caminho até o ponto é perigoso, sobe e desce rua escura.
nunca estando só, segue com seu bom pingente pendurado.
acolhe mulheres, espanta pivetes.
sai cedo, volta tarde
esconde a face e a identidade,
sofre por amor,
do amor já tem vergonha,
mais um que se espanta, uma voz apressada agradece
o estado afetuoso aparece e vai embora como veio:
rápido.
sobe,
sobe,
não olha para trás pois a voz já se foi.
caminho escuro para encontrar um lar
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