"Na trincheira dos fonemas esquecidos
Um alguém capta teus tons
Une com alguns conhecidos
Distorce uns antigos
E faz de um pobre amor
Um triste estribilho.
A palavra formada,
Seu dono a joga na calçada.
Ela,
sozinha,
sem saber onde ir,
perdida,
sem quem a ouvir,
é atropelada.
E o vestígio da sílaba calcada,
rastejante no asfalto,
busca, em desespero,
algum ouvido,
para que ela faça,
mesmo esmagada,
algum sentido."
terça-feira, 16 de julho de 2013
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